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quarta-feira, 3 de junho de 2015

A VIOLÊNCIA VERBAL DÓI MAIS QUE UM TAPA

"Pai me chamarás e de mim não te desviarás..."
(Jeremias 3:19)


Para milhões de brasileiros a palavra  "pai" vem carregada de negativismo. O peso da agressividade, do autoritarismo e até da negligência vem se expressando a cada dia mais forte nas páginas de nossos  veículos de comunicação.
São comuns os artigos sobre desemprego, separação em massa, dando como consequência o stress, virando matéria de destaque nas academias de ginástica nas comunidaddes carentes como também em debates na TV.
Hoje a criança sofre um dos mais violentos bombardeios, a chamada guerra familiar, que vem se alastrado ocasionando diversos tipos de mazelas na população. Prolongada, camuflada ou até mesmo expressa diretamente, a "guerra familiar" vem roubando a infância ocasionando a contaminação do ambiente, real em todas as camadas sociais, não há direnciação de nível.
As doenças psicossomáticas ganham expressão estatítica na indústria farmacêutica. A auto-medicação representa um tipo de prática que vem se expandindo no planeta em função de dificuldades financeiras.
Um pai ou uma mãe nunca bati no meu (minha) filho (a) mas as surras verbais são frequentes.
Hoje o flerte começa no barzinho e acaba no motel, mas tenha em mente que uma vida dupla gera conflitos de intensidade ainda mais angustiante. Uma vida dupla implica em despesas triplicadas. Manter uma família não é fácil, duas então nem se fala.
A criança é muito sensível do que se pode imaginar. Ela capta, percebe a negatividade do lar, as saídas repentinas do pai ao toque do celular e os gritos da mãe com crises de ciúme.
Alguns pequeninos, desde muito cedos, sentem sua casa comuma fábrica de loucrua. Irritados com seus conflitos amorosos, alguns pais reagem com palavrões quando, por exemplo, o (a) guri (a) deixa cair um copo d'água no chão.
Você detecta o olhar tristonho da criança com muita facilidade. Ela pode estar na sala de aula de uma escola pública ou no melhor colégio de um bairro luxuoso da cidade.
Entre "tapas e beijos" vive a nossa garotada. No meio disso, estão os papais corujas tirando fotos da família. Filmando e passeando pelo McDonald's.


Margareth Miranda.
(Psicóloga)







sexta-feira, 24 de abril de 2015

A pornografia digital
"Não cobice em seu coração a sua beleza
nem se deixe seduzir por seus olhares, pois o preço de uma prostituta é um pedaço de pão, mas a adúltera sai à caça de vidas preciosas. Pode alguém colocar fogo no peito sem queimar a roupa? Pode alguém andar sobre brasas sem queimar os pés?"
 (Provérbios: 6 - 25 a 28)

 A pornografia muitas vezes retrata cenas degradantes de uma falsa realidade. Talvez, você não veja nada demais nisso, mas essas imagens tem efeito sutil sobre o cérebro que viciado acorda mais lento, menos prático e mais preguiçoso. Você deve estar pensando " eu não sou devagar, nunca fui uma tartaruga". Bem, posso te dizer que tudo aquilo que atrapalha a tua relação com o Criador acaba roubando a tua sintonia, o teu diálogo com Deus, gerando uma espécie de angústia mal definida.
Bem, se você ocupa o teu pensamento com as coisas do alto as ideias se encaixam melhor, possibilitando uma abertura de portas. Na área educacional vemos nossos adolescentes em sala de aula, "trocando figurinhas" no celular, muitas mulheres sem roupas e a nota cada vez pior. O que você está focando? Violência física? Pornografia e álcool? Ligados, eles aumentam a estatística de um povo cada vez mais derrotado.

Margareth Miranda.
(Psicóloga)