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terça-feira, 29 de março de 2016

GELANDO A RELAÇÃO
(“Um ar de quem sabe tudo")

Toda criatura tem uma necessidade básica de admiração, isso envolve uma dedicação ao parceiro(a) de forma que ambos valorizem os talentos, o trabalho e o ministério um do outro.
Esse item que muitas esposas e maridos não dão muita atenção tem destruído lares, quer dizer derrubado casamentos, dia após dia.
Onde estaria a raiz do divórcio?
A motivação do ser humano cresce quando existe a valorização do outro.
Muitas são as formas de magoar o esposo(a): criticar, criticar e depois falar bem alto para endireitar o que está fora de lugar.
Outra dica para gelar o relacionamento: um certo ar de superioridade, de quem “sabe tudo a todo instante”.
O “super-homem” e a “super-mulher” carregam juntos um peso muito intenso de insatisfação em todas as áreas inclusive a sexual.
Após um dia inteiro de convívio com o mandão” ou com a “mandona”, o ditador ou a autoritária, o parceiro(a) terá a libido reduzida pelo excessivo cansaço e tédio.
Não reclamem os maridos quando a parceira aparecer na sala toda desarrumada.
Não reclamem as esposas quando seu marido fizer “horas extras” no trabalho.
Obviamente todos desejam ser bem sucedidos, mas esquecem que a solidão dos filhos é agravada a cada dia por falta de reflexão.
Muitas crianças apresentam cedo um quadro patológico de tristeza expressiva
Calma, nem tudo está perdido, peça muita orientação a Deus, um grupo cristão poderá ajudar em oração.
Muitos são os casos onde o ambiente é tão contraditório e hostil que os filhos se sentem como órfãos de pais vivos, isso na adolescência pode apresentar sério perigo, conduzindo inclusive a suicídios.

ELE (a) NUNCA ME CONTA NADA!
(“Você nem desconfia por que isso acontece?”)
 

Um problema sério vem afetando relações que estão a ponto de despencar a qualquer momento.
O convívio com pessoas autoritárias é rodeado de ansiedades que geram bloqueios e uma redução da iniciativa do outro
O marido “mandão” não tem a mínima déia de que sua esposa, no futuro, quer dizer na velhice, ficará muito parecida com ele, quer dizer, “insuportável”.
O trauma emocional produzido por tanto cansaço vai aparecer no quadro patológico de toda a família.
A esposa “mandona” está completamente alheia do que está fazendo, quer dizer, jogando o marido nas mãos da amante, colocando todos os membros da casa em risco.
Filhos de pais nesta situação encontram muita dificuldade de fixar relacionamentos, sentem medo de assumir compromisso, sentem seus lares como uma “fábrica de loucura”.
Margareth Miranda
(Psicóloga)




quarta-feira, 16 de março de 2016

FAMÍLIAS EM CRISE
 
O presente estudo ajudará você a refletir sobre a vulgarização dos compromissos, o troca-troca de parceiros e suas consequências.
A duplicidade tomou conta dos lares e já se faz presente em todas as camadas sociais. Casamentos estão por um fio, muitos experimentam a comunicação dos corpos, mas suas almas não se entendem, perderam a essência. No corre-corre da vida muitos ainda usam uma antiga tática dos solitários, sair em busca do novo. Bem, vou explicar um pouco melhor: tetos estão desmoronando, o tédio, a mesmice, a traição já se fazem cada dia mais frequentes. O cotidiano nos fez esquecer que fomos criados para viver um grande amor. Muitos são os encontros , porém os desencontros estão em alta; poucos estão se preparando para as coisas do alto.
As vezes a solidão é tão intensa que nos rouba a lucidez.
"A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insenssata com as próprias mãos a derruba."(Pv 14:1)

Quem nunca sonhou em viver um grande amor?
Casados(as), solteiros(as), todos almejam realizar um dos ideáis mais antigos da humanidade, viver bem com a criatura do sexo oposto, desfrutar um contentamento maior com seu esposo (a). Você já leu o cantico dos canticos de Salomão? Homem sábio de seu tempo, compôs vários textos, expressão poética do amor , o autor é referêrncia literária.

Tempos difíceis e muitas relações tem sofrido o "processo do amargo" do gosto estranho das coisas mal resolvidas. O esposo (a), é o espelho daquilo que somos; uma descrença no amor ronda os lares.
Muitos acabam repetindo as mesmas falhas dos pais no casamento. Desaprender as coisas que não funcionam , é a dica mais adequada.
A bagagem que trazemos é muito forte; o uso de palavras pesadas, frieza, bate-boca.
A família é a mais antiga instituição, com o abuso do álcool, a violência doméstica aumentou, onde deveria ser um local de descontração dos filhos, virou uma gerra,
 
A família está mudando

- Deixa eu falar baixinho, a família está mudando, para pior.
Muitos pais reclamam dos anos críticos da adolescência, mas você tem 11 anos para preparar este filho (a). As coisas funcionam melhor quando somos atentos e rápidos no ouvir.

- Procure ouvir o ponto de vista dele ou dela.

- Através da inteligência espiritual a esposa ajudará o marido a liberar o afeto que existe no coração dele. "Assim os maridos devem amar suas mulheres como ao seus próprios corpos. Aquele que ama sua mulher, ama a sí mesmo." ( Ef. 5:28)

Margareth Miranda
(Psicóloga)
    





domingo, 6 de março de 2016

EXPERIÊNCIAS DA AUTORA (MINI BIOGRAFIA)

Nasci no Rio de Janeiro, filha única dos cariocas Eunice e Jorge. Uma infância educada em colégio de tradição Católica, subúrbio do Rio.
No teatro peças religiosas de natal, aulas de redação, onde as crianças iam além do aspecto educativo convencional, aprendiam a orar com o coração.
Aos 13 anos, já vivendo em Niterói, estudei no colégio Batista onde aconteciam uma variedades de eventos sociais, desfiles de moda, palestras contras as drogas e etc. Muitas foram as indagações de adolescente, muito tímida, achava tudo isso muito interessante, mesmo não sendo evangélica na época, era tratada com muito carinho.
Hoje defendo com unhas e dentes, estudos em escolas na prevenção de dependência química, nunca fumei, nem bebi, acho que a coisa funcionou comigo. Mudando de Niterói para Copacabana, com quase 16 anos, a vida bancária de meu pai, abria um leque para mudanças e viagens. Nesses passeios, as vezes eu caminhava na areia da praia, procurando conchinhas e cavalo marinho. 
Na casa da madrinha, as festas juninas, onde se reuniam todas as primas, na casa da tia Adalgiza e tio Nelson, havia uma riqueza de alegria inesquecível, a prima Terezinha muito vibrante e o vô Miranda, cozinheiro de mão cheia.
Já morando em Copacabana, superei desertos, conversando com o Criador, caminhadas com os pés molhados na areia. Ganhei um pouquinho da bagagem carioca, a indescritível paisagem do pôr-do-sol, missas de domingo ao entardecer e os teatros da redondeza.  
Aos 19 anos, passando por uma crise existêncial profunda, descobri a experiência mais prazerosa que um ser humano possa ter, através da Palavra de Cristo (a Bíblia), anos mais tarde me formei em psicologia e retornei a morar em Niterói. 
Hoje tenho certeza de que em cada momento da minha vida havia um propósito. Fui uma criança muito tímida que mal abria a boca e foi dentro da igreja evangélica que aprendi a me soltar para falar em público.
Quando tive a oportunidade de fazer as oficinas sobre Luther King (contra racismo), na Biblioteca Anisio Teixeira, Campo de São Bento, Niterói, eu estava lá no meio de fotógrafos e filmadoras, palestras para um público variado, eu disse para mim mesma Deus fez o milagre da comunicação.

Margareth Miranda
(Psicóloga)