GELANDO A RELAÇÃO
(“Um ar de quem sabe tudo")
Toda criatura tem uma necessidade básica de admiração, isso envolve uma dedicação ao parceiro(a) de forma que ambos valorizem os talentos, o trabalho e o ministério um do outro.
Esse item que muitas esposas e maridos não dão muita atenção tem destruído lares, quer dizer derrubado casamentos, dia após dia.
Onde estaria a raiz do divórcio?
A motivação do ser humano cresce quando existe a valorização do outro.
Muitas são as formas de magoar o esposo(a): criticar, criticar e depois falar bem alto para endireitar o que está fora de lugar.
Outra dica para gelar o relacionamento: um certo ar de superioridade, de quem “sabe tudo a todo instante”.
O “super-homem” e a “super-mulher” carregam juntos um peso muito intenso de insatisfação em todas as áreas inclusive a sexual.
Após um dia inteiro de convívio com o mandão” ou com a “mandona”, o ditador ou a autoritária, o parceiro(a) terá a libido reduzida pelo excessivo cansaço e tédio.
Não reclamem os maridos quando a parceira aparecer na sala toda desarrumada.
Não reclamem as esposas quando seu marido fizer “horas extras” no trabalho.
Obviamente todos desejam ser bem sucedidos, mas esquecem que a solidão dos filhos é agravada a cada dia por falta de reflexão.
Muitas crianças apresentam cedo um quadro patológico de tristeza expressiva
Calma, nem tudo está perdido, peça muita orientação a Deus, um grupo cristão poderá ajudar em oração.
Muitos são os casos onde o ambiente é tão contraditório e hostil que os filhos se sentem como órfãos de pais vivos, isso na adolescência pode apresentar sério perigo, conduzindo inclusive a suicídios.
ELE (a) NUNCA ME CONTA NADA!
(“Você nem desconfia por que isso acontece?”)

Um problema sério vem afetando relações que estão a ponto de despencar a qualquer momento.
O convívio com pessoas autoritárias é rodeado de ansiedades que geram bloqueios e uma redução da iniciativa do outro
O marido “mandão” não tem a mínima déia de que sua esposa, no futuro, quer dizer na velhice, ficará muito parecida com ele, quer dizer, “insuportável”.
O trauma emocional produzido por tanto cansaço vai aparecer no quadro patológico de toda a família.
A esposa “mandona” está completamente alheia do que está fazendo, quer dizer, jogando o marido nas mãos da amante, colocando todos os membros da casa em risco.
Filhos de pais nesta situação encontram muita dificuldade de fixar relacionamentos, sentem medo de assumir compromisso, sentem seus lares como uma “fábrica de loucura”.
Margareth Miranda
(Psicóloga)







