A VIOLÊNCIA VERBAL DÓI MAIS QUE UM TAPA
"Pai me chamarás e de mim não te desviarás..."
(Jeremias 3:19)
Para milhões de brasileiros a palavra "pai" vem carregada de negativismo. O peso da agressividade, do autoritarismo e até da negligência vem se expressando a cada dia mais forte nas páginas de nossos veículos de comunicação.
São comuns os artigos sobre desemprego, separação em massa, dando como consequência o stress, virando matéria de destaque nas academias de ginástica nas comunidaddes carentes como também em debates na TV.
Hoje a criança sofre um dos mais violentos bombardeios, a chamada guerra familiar, que vem se alastrado ocasionando diversos tipos de mazelas na população. Prolongada, camuflada ou até mesmo expressa diretamente, a "guerra familiar" vem roubando a infância ocasionando a contaminação do ambiente, real em todas as camadas sociais, não há direnciação de nível.
As doenças psicossomáticas ganham expressão estatítica na indústria farmacêutica. A auto-medicação representa um tipo de prática que vem se expandindo no planeta em função de dificuldades financeiras.
Um pai ou uma mãe nunca bati no meu (minha) filho (a) mas as surras verbais são frequentes.
Hoje o flerte começa no barzinho e acaba no motel, mas tenha em mente que uma vida dupla gera conflitos de intensidade ainda mais angustiante. Uma vida dupla implica em despesas triplicadas. Manter uma família não é fácil, duas então nem se fala.
A criança é muito sensível do que se pode imaginar. Ela capta, percebe a negatividade do lar, as saídas repentinas do pai ao toque do celular e os gritos da mãe com crises de ciúme.
Alguns pequeninos, desde muito cedos, sentem sua casa comuma fábrica de loucrua. Irritados com seus conflitos amorosos, alguns pais reagem com palavrões quando, por exemplo, o (a) guri (a) deixa cair um copo d'água no chão.
Você detecta o olhar tristonho da criança com muita facilidade. Ela pode estar na sala de aula de uma escola pública ou no melhor colégio de um bairro luxuoso da cidade.
Entre "tapas e beijos" vive a nossa garotada. No meio disso, estão os papais corujas tirando fotos da família. Filmando e passeando pelo McDonald's.
Hoje a criança sofre um dos mais violentos bombardeios, a chamada guerra familiar, que vem se alastrado ocasionando diversos tipos de mazelas na população. Prolongada, camuflada ou até mesmo expressa diretamente, a "guerra familiar" vem roubando a infância ocasionando a contaminação do ambiente, real em todas as camadas sociais, não há direnciação de nível.
As doenças psicossomáticas ganham expressão estatítica na indústria farmacêutica. A auto-medicação representa um tipo de prática que vem se expandindo no planeta em função de dificuldades financeiras.
Um pai ou uma mãe nunca bati no meu (minha) filho (a) mas as surras verbais são frequentes.
Hoje o flerte começa no barzinho e acaba no motel, mas tenha em mente que uma vida dupla gera conflitos de intensidade ainda mais angustiante. Uma vida dupla implica em despesas triplicadas. Manter uma família não é fácil, duas então nem se fala.
A criança é muito sensível do que se pode imaginar. Ela capta, percebe a negatividade do lar, as saídas repentinas do pai ao toque do celular e os gritos da mãe com crises de ciúme.
Alguns pequeninos, desde muito cedos, sentem sua casa comuma fábrica de loucrua. Irritados com seus conflitos amorosos, alguns pais reagem com palavrões quando, por exemplo, o (a) guri (a) deixa cair um copo d'água no chão.
Você detecta o olhar tristonho da criança com muita facilidade. Ela pode estar na sala de aula de uma escola pública ou no melhor colégio de um bairro luxuoso da cidade.
Entre "tapas e beijos" vive a nossa garotada. No meio disso, estão os papais corujas tirando fotos da família. Filmando e passeando pelo McDonald's.
Margareth Miranda.
(Psicóloga)

Nenhum comentário:
Postar um comentário